segunda-feira, 6 de maio de 2013

A dor do crescimento dos filhos!!!!

Olá meninas lindas do meu coração... até que enfim resolvi dar o ar da graça né..rsrs.. ai meninas ando trabalhando tanto que ta difícil fazer posts mais elaborados, pesquisados e bonitinhos, o tempo que tenho é nos fins de semana, mas aiiii o filhote e o maridon tomam conta dos pcs, é um em cada e para completar ganhei um notebook do meu sobrinho, mas ele está sem o HD...afff... mas vou dar um jeito nisso viu e ai sim darei a devida atenção ao blog...enquanto isso vão aguentando ai....rsrs

Meninas como é difícil ver os filhos crescer viu, olho para o Rhany e até me desespero, serio mesmo.. fico pensando que daqui alguns anos ele não estará mais debaixo das minhas asas e ai fico louca... Mas isso é coisa de mãe né....
Só que eles também sofrem com isso... E essa semana li um artigo que achei muito interessante e vou posta-lo para vocês, mas visitem o site, lá tem muita coisa legal
 Revista viva saúde.



Dor de crescimento existe, não é doença, mas pode ser atenuada. Entenda por que ela ocorre, como os fatores emocionais podem influenciá-la e como afastar as possíveis complicações desse sintoma.

A dor de crescimento não é uma doença e, por isso, não tem cura. Suas causas não são definidas, mas existe uma série de hipóteses que tentam explicar a origem dessas dores. “É muito comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de crise própria da idade (nascimento de um irmão, ingresso na escola, mãe que começa a trabalhar). Observa- se também que essas crianças são, em geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a infância e, nas próprias crianças, são encontradas outras situações de dor crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver mesmo uma combinação de fatores emocionais associados a uma ‘tendência’ à essa dor crônica”, afirma Marcelo Resbscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). Como o fator emocional costuma ter bastante relevância com relação à dor de crescimento, é preciso que os pais fiquem atentos ao comportamento dos filhos. “Às vezes a criança não está indo bem na escola, pode estar sofrendo bullying, ou passou por alguma perda emocional na família. É importante estar atento a essas situações e dar atenção à criança, mostrar que ela é valorizada. Nenhuma criança reclama de dor à toa e nenhuma reclamação do filho pode ser ignorada pelos pais”, alerta Margarida Carvalho, pediatra e presidente do Departamento Científico de Reumatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Doenças mascaradas

Para que os pediatras possam afirmar que se trata da dor de crescimento, devem excluir todas as possibilidades de outras patologias. Ou seja, quando os exames não detectam qualquer tipo de anormalidade, por exclusão, conclui-se que a criança tem dor de crescimento. “Para isso, a anamnese (história do paciente) e o exame físico são fundamentais e insubstituíveis, podendo ser complementados inicialmente por exames laboratoriais de sangue, de urina e radiológicos de acordo com cada caso”, explica Len. Por isso, já no momento das primeiras queixas, o ideal é levar o filho a um médico.
Quando não há acompanhamento médico, a dor de crescimento pode ser facilmente confundida com doenças estruturais (ortopédicas), inflamatórias (reumatológicas) e neurológicas (fibromialgia e enxaqueca). Lafayette de Azevedo Lage, especialista em medicina esportiva, explica que meninos entre 4 e 8 anos podem começar a mancar de repente. O sintoma pode facilmente ser confundido com dor de crescimento ou sinovite transitória (dor no quadril), que acometem pré-adolescentes e adolescentes. “Um diagnóstico mais aprofundado poderá identificar se a criança tem uma artrite reumatoide juvenil ou ainda uma necrose asséptica na cabeça do fêmur, conhecida por doença de Legg-Perthes”, conta.

Sinais de alerta

Algumas doenças estruturais (ortopédicas), inflamatórias (reumatológicas), neurológicas (fibromialgia e enxaqueca), ou de infecção nos ossos (como sinovite, artrite e osteomielite) podem se manifestar na forma de dor musculoesquelética. Veja quais são os sintomas e sinais que não caracterizam a dor de crescimento:
  • Dor localizada como em um joelho ou um tornozelo.
  • Dor nas costas, principalmente ao acordar pela manhã.
  • Dificuldade na realização das atividades diárias, como brincar, correr ou praticar esportes e mancar.
  • Inchaço em uma ou mais articulações. Febre persistente, não associada à infecção aparente.
  • Emagrecimento exagerado em poucos meses .
  • Pouca melhora com massagem ou analgésicos comuns.Fraqueza muscular (dificuldade para subir escadas ou para levantar objetos pesados).

Queixas futuras

Segundo Couto, é comum que pessoas que tiveram dor de crescimento na tenra idade desenvolvam algum problema estomacal ou de enxaqueca na fase adulta. “Dor abdominal, vômitos cíclicos da infância e dores em membros inferiores, podem anteceder ou coexistir, com as crises de dor de cabeça”, diz. Neurologista da psicóloga Lívia, Couto afirma que, graças ao acompanhamento médico, ela está tratando a enxaqueca que já dava os primeiros sinais na infância.

Como atenuar a dor

  • Exercícios físicos e aquáticos, ajudam bastante. “Deve se evitar os exaustivos ou de grande impacto. Atividades prazerosas, exceto passar horas no computador ou videogame, também ajudam bastante”, afirma Couto.
  • Alongamentos de membros inferiores antes da criança ir para a cama, ajudam bastante. Fazer massagem nos locais da dor também pode ajudar a aliviar o mal-estar. “Na hora da crise, o carinho dos pais leva à calma e pode ser um  remédio muito eficaz”, diz o pediatra Resbscheid.
  • Para o especialista Lage, se for dor de crescimento realmente, os pais devem explicar para a criança que ela vai passar quanto menos se falar dela. “A lembrança da dor é o alimento da dor; se explicarmos com jeito, a criança compreenderá, suportará e, muitas vezes, vencerá mais um desafio, ou seja, ignorará essa dor chata”, afirma.

Bjitos

Um comentário:

  1. amiga que saudades
    que bom te ler
    mais que você resolva logo
    trabalhando né aiaiai
    to querendo já parar
    vê nosso pequenos crescendo
    é difícil saber que eles vão, embora ai quero nem pensar menina, mais o que podemos fazer
    é ir nos preparando amiga
    pois é inevitável rs
    linda noite bjs

    http://sermamaepelasegundavez.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir

Obrigado pelo seu carinho!!!